Você sabe como funciona o leitor de código de barras?

Em quase todos os produtos que a gente consome, o código de barras está presente. Funciona como um registro do produto, como um RG. Facilita o processo de registro de produtos em um loja e sua estocagem, e é um facilitador na vida de todo comerciante.

Mas para que isso aconteça precisa haver uma ferramenta que faça a leitura desse código, o leitor do código de barras. Serve para além de “ler” o produto, agilizar o lançamento dos produtos no sistema. Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe o post.

Como funciona exatamente o código de barras?

As barras pretas com intervalos brancos são a representação gráfica dos números que ficam situados logo abaixo delas. Elas representam um código binário (de 1 ou 0), para a formação de dados. Os números 1 são representados pelas faixas pretas e os números 0 são constituídos pelas brancas.

Nesse código cada algarismo tem um significado. As três barras iniciais, sinalizam que em seguida o código do produto será descrito. O número 7, seguido do 89, que vem antes de todos, indica que o produto é brasileiro. Cada país tem seu código. Esse número é referente à origem de cadastro e não de fabricação.

No segundo bloco de números, que pode conter até 9 dígitos, é o número de referência do produto. Seu RG. Não pode haver duplicidade entre fabricantes diferentes.

O último número é o dígito verificador, que serve somente para validar se o item foi lido corretamente.

Como funciona o leitor ?

Também chamado de scanner, o leitor de código de barras emite um feixe de luz vermelha que percorre as barras, fazendo o seu reconhecimento por meio da cor — ou pela ausência dela.

No caso das barras pretas, o leitor absorve a luz e, nas barras brancas, ele reflete. Isso permite a interpretação do código, que converte a informação no código binário — 1 para preto e 0 para branco, como citamos acima. Cada barra tem uma espessura diferente, o que representa caracteres distintos.

Basta posicionar o feixe de luz em cima do código inteiro para ele acompanhar todas as barras e fazer sua leitura. Em questão de segundos, todas as informações sobre o produto são repassadas para o computador, que converte em dados legíveis. Neste momento, o lojista conhece a unidade de venda, valor, descrição, todas as informações. Quando há erro, o sistema informa.

Atualmente existem várias tecnologias para leitura de código de barras, cada uma com aplicação distinta, ou seja, desde pequenos a grandes empresários, a depender de sua demanda tem o equipamento e sistema mais adequados.

Existem vários tipos de leitores. Entre eles estão:

Leitor manual CCD

Trata-se de um modelo simples, indicado para códigos com boa definição e que não sejam pequenos. A leitura se dá por um feixe de LED de pouca precisão, o que dificulta seu uso em superfícies curvadas ou embalagens molhadas.

Leitor manual laser

Embora seja relativamente mais caro, é mais robusto e eficiente para estabelecimentos que contam com grande fluxo de pessoas, como é o caso de uma farmácia ou um armazém que recebe altos volumes de produtos.

Leitor fixo laser

Esse é instalado em um local, de modo que os produtos é que são apontados para ele, e não o contrário. Por visar também a otimização de espaço, é mais indicado para empresas que lidam com volumes altos de produtos e de fluxos de pessoas.

Quais os benefícios de usar um leitor de código de barras?

A partir do momento em que um negócio passa a utilizar esse leitor em suas operações, ele pode ter vários benefícios em sua rotina.

  • compras em um pdv
  • terminais para consulta de preços
  • controle de estoque
  • realização de inventários

Os processos nas empresas ganhame agilidade, precisão, facilidade, aumento na eficiência e principalmente em segurança, já que é muito comum erros humanos em digitação de números em grande fluxo diário.

O leitor de código de barras é uma ferramenta fundamental para a realização da leitura e para a implantação desse sistema como forma de identificação dos produtos. Suas aplicações são variadas, abrangendo desde pequenas mercearias que querem otimizar o processo de pagamento no caixa até grandes empresas que precisam aprimorar os métodos de gestão de estoque.

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